terça-feira, 18 de janeiro de 2011

As Vestes - Parte 1

".. Segundo tudo o que Eu te mostrar para o modelo do tabernáculo e para modelo de todos os seus móveis assim mesmo O fareis (Êxodo 25.9).

 1.      Puras (Eclesiastes 9.8) 
Suas vestes devem ser alvas, ou seja, puras. A roupa de um ministro não pode ser sensual, principalmente as irmãs; cuidado com os decotes, transparências, marcas (roupas justas, além de marcarem o corpo, impedem os movimentos). Façam roupas decentes, mas não só na hora de ministrar, suas vestes devem ser puras principalmente quando você não está ministrando. As pessoas observam seu testemunho, e Deus se entristece quando você age de uma forma na igreja e de outra fora da igreja, como se Deus não estivesse vendo você em todos os momentos e isso é um erro grave nas equipes, que precisamos estar concertando.

2.      Essas vestes não são suas, são de Deus e para Deus (Lev. 16.4).  
Podemos observar nesse texto que as vestes dos sacerdotes eram algo sagrado mesmo, usadas em momentos específicos, no caso citado acima era uma ocasião extremamente importante, o Dia da Expiação, o dia mais santo no calendário do antigo testamento. E o Dia da expiação começava com o sacerdote se banhando e se vestindo.Sabe, quando você entender que tudo o que você tem é de Deus, e você é apenas um mordomo, você não terá nenhum problema em semear, em seguir as direções que Deus vai te dar, muitas pessoas pagam por suas roupas nos ministérios, e depois se acham donas delas, eu ofertei, eu controlo! Ungem a roupa, consagram a Deus, mas percebo que em alguns é tudo da boca para fora, no momento em que o líder tem uma direção para que outro da mesma equipe use a roupa, ou até mesmo de outra equipe, a pessoa logo se manifesta dizendo: “Eu que paguei essa roupa, ninguém toca”.

Em nosso ministério, e na maioria dos ministérios das igrejas, as próprias pessoas confeccionam suas roupas, e sei que não é fácil nem barato, mas sempre, desde o começo aprendemos o principio de ofertar, de entender que essa veste acima de tudo é para adorar o Senhor! Não para que as pessoas vejam algo em nós, mas que a presença de Deus seja manifesta!

Estudo elaborado por Gisela M. Kohl Matos

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Liderança


Liderança

Apoio aos líderes

Discuta sobre o tipo de ajuda que os líderes poderiam precisar para cumprir a sua função de maneira eficaz? A seguir estão algumas idéias:

• A ajuda de Deus (Êxodo 3:11-12; Juízes 6:15-16)

• Ajuda dos outros (Êxodo 4:10-16; Êxodo 17-12; Atos 6:1-7)

• Oração (Atos 6:6; 13:3; 1 Tessalonicenses 5:25)

• Recursos e trabalhadores (Êxodo 36:2-3; Neemias 4:6)

• Treinamento junto a pessoas com mais experiência, seguindo o exemplo de Josué (Êxodo 24:13; 33:11); Elias (1 Reis 19:19-21); Timóteo (Filipenses 2:22)

• Discuta sobre a maneira como podemos apoiar, incentivar e orar por nossos líderes de maneira mais eficaz.

Qualidades dos líderes da igreja

Leia 1 Timóteo 3:1-10

Esta passagem descreve as qualidades que Paulo considera importantes para os líderes da igreja.

• O que Paulo diz a respeito da pessoa que deseja o episcopado (versículo 1)?

• Que qualidades citadas para os bispos e diáconos (versículos 2-5 e 7-9) poderiam ser importantes para o(s) líder(es) do seu grupo e por quê?

• Que perigos o versículo 6 diz que há em se ter uma pessoa recentemente convertida como um líder da igreja? Poderia haver o mesmo perigo para o seu grupo, se vocês tivessem um novo membro na liderança?

• O que o versículo 10 diz a respeito dos diáconos?

Os líderes que Deus escolhe

Leia Êxodo 3:11, Juízes 6:15, 1 Samuel 9:21, 1 Reis 3:7 e Jeremias 1:6

• Que tipo de pessoa Deus está escolhendo para as funções de liderança nestas passagens?

• Quais são as atitudes delas?

• Que modelo de liderança Jesus nos mostra em João 13:3-5?

• Para o que Deus diz que olha ao selecionar um líder? (1 Samuel 16:7)

Depois de reconsiderarem as qualidades e as atitudes de que um líder precisa e o trabalho a ser realizado, muitas pessoas podem sentir-se (assim como alguns destes exemplos) inadequadas e incapazes de cumprir a função de liderança. Esta pode ser uma atitude saudável, se a pessoa lidar com ela bem, pois significa que o líder procurará auxílio e não se sentirá orgulhoso.

sábado, 11 de julho de 2009

A importância da Obediência

A importância da obediência - nós, que estamos debaixo de autoridade, devemos obedecer. Sabendo que nossos líderes estão se empenhando por exercerem uma liderança sábia e justa, nada nos resta senão a fiel obediência. E por quê o faremos? Todo grupo tem um objetivo que justifica sua existência. Se obedecemos, estamos contribuindo para que o objetivo seja alcançado. Se desobedecemos estamos traindo a nós mesmos e prejudicando todo o grupo.

O grande problema da história de Israel foi a desobediência. Aliás, o grande problema da história humana é esse. Adão e Eva tinham um único mandamento para cumprir e conseguiram desobedecê-lo. E assim continua até hoje. O povo de Israel foi desobediente ao Senhor. As conseqüências foram maldições diversas, inclusive o cativeiro, a perda terra de Canaã e a dispersão pelo mundo afora.

As palavras "lei" e "mandamento" parecem pesados. Contudo, todos os mandamentos de Deus foram estabelecidos para o nosso próprio bem e para que o objetivo da nossa existência seja atingido em plenitude. Portanto, devem ser obedecidos. (Não estamos advogando a favor da lei mosaica, mas da vontade de Deus, de modo geral). Muitas vezes queremos entender as ordens de Deus. É melhor obedecer do que ficar tentando compreender.

Se o aluno desobedecer ao professor, estará prejudicando a si mesmo.

E se o paciente desobedecer ao médico? Pode ser fatal.

O soldado precisa obedecer ao capitão para que a tropa possa alcançar a vitória.

Cada músico da orquestra precisa obedecer ao comando do maestro para que se consiga harmonia e beleza. Se um deles resolver tocar sua própria música ou no seu próprio tom, poderá ter uma sensação de liberdade e independência, mas todo o grupo ficará prejudicado.

O maior exemplo

– é o próprio Senhor Jesus. Em seu ministério terreno, Cristo demonstrou total obediência ao Pai. Portanto, além de ser o melhor exemplo de líder, ele é o melhor exemplo de filho e de servo (Hb.5.8; Fp.2).

[Texto escrito por Dandaflor - Danceprojectlivro]

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Estudo sobre dança

Louvai a Deus com Danças O Ministério de Dança, nada mais é, do que a restauração do louvor e adoração através da dança, que são expressões corporais de exaltação e também podemos dizer, de amor e gratidão ao Senhor. Podemos ver em algumas passagens Bíblicas Adoração com Danças:
Miriã - Êxodo 15:20


Davi - II Samuel 6:14


Davi dançava com toda sua força, com todo seu ser, Miriã agradecia com seus tamborins, pelos feitos do Senhor. Podemos hoje ver o crescimento da adoração com danças através do Espírito Santo. Nesses últimos tempos, aparecerão os verdadeiros adoradores e o ministério de Danças estará no meio deles, cremos que é o plano de Deus para os nossos dias em Atos diz: Cumpridas essas coisas voltarei e reedificarei o tabernáculo caído de Davi e levantando-o de suas ruínas, restaurá-los-ei. O nosso objetivo é primeiramente adorá-lo com todo nosso ser, ganharmos almas para Seu Reino e que através de nós, da nossa vida, as pessoas vejam a "Essência que é Jesus cristo" manifesto em nosso ser. Principalmente que através da nossa Adoração, o povo de Deus venha adorá-lo em Espírito e em verdade. Nosso corpo é consagrado ao Espírito Santo e dança - mos com toda a nossa intensidade a Ele, somente a Ele, assim como em Jeremias 31:4. "Ainda te edificarei e serás edificada, á Virgem de Israel! Ainda serás adornada com os seus adufes e sairás com o coro dos que dançam!" A dança no louvor e adoração a Jesus Cristo, aliado aos princípios já mencionados de considerar a salvação o alvo de Deus e de visar a unidade da igreja, devem estar o zelo, a sabedoria, a santidade a unção do Espírito Santo. Somente a união de todos esses elementos irá contribuir para que toda a resistência seja transformada em júbilo e alegria na presença do Todo Poderoso, tornando-nos, nessas ocasiões, canais de bênçãos para estranhamento cultural planejado por Deus. Manifestações como dança compreendem significados que penetram nas relações com pessoas, formando uma esfera de comunicação real no plano do sensível.Isso quer dizer que o ser humano atribui um sentido próprio, pessoal, ás manifestações artísticas. Criando e dando formas a um fenômeno, a dança permite explorar, com idéias originais, a própria corporeidade. São idéias, traduzidas por uma linguagem corporal que nos permitem expressar e comunicar mensagens por intermédio de um vocabulário próprio, sensibilizado para adoração, o belo, o estético, o cultural, o social e o espiritual. Na mesma abordagem, o trabalho de dança no louvor, na adoração e na perspectiva evangelística, deve ser muito bem fundamentado biblicamente, articulado com o contexto sociocultural local. Acima de tudo, deve estar sintonizado com o Espírito Santo de Deus, para que satanás não encontre lugar para corromper a motivação primária que é adoração ao único que é digno de toda honra e todo o louvor e muito menos a mensagem do evangelho e das boas-novas. Porque fostes comprados por preço.Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo.(1 Co 6.20) Todo ser que respira louve ao Senhor.Aleluia! (Sl 150.6.). Davi, como rei, despiu-se de todo orgulho e ainda ensinou a Israel a adorar em todos os níveis com novos cânticos, novos instrumentos, com danças e novas expressões de louvor. Sua humildade de coração provocou uma resposta imediata do Espírito Santo de Deus por meio da alegria e do júbilo que invadiu toda Israel. Davi dançava com todas as suas forças diante do senhor; e estava cingido de uma estola sacerdotal de linho.Assim, Davi com todo o Israel, fez subir a arca do senhor com júbilo e ao som de trombetas.(2 Sm 6.14-15.) Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus.(Sl 51.17.) A dança no louvor e na adoração não é uma prática corporal por ela mesma, muito menos uma exibição artística como complemento na liturgia.a dança,nesse contexto,é parte integrante do louvor.Nela, a essência de total entrega do adorador se manifesta por uma espontaneidade responsiva, trazendo toda a congregação para momentos de júbilo, libertação e restauração na presença de Deus. Em Deus, cuja palavra eu louvo, no Senhor, cuja palavra eu louvo, neste Deus ponho a minha confiança e nada temerei. Que me pode fazer o homem? (Sl 56.10-11.) Outro efeito relevante é a atitude de uma busca continua de santidade, uma conseqüência da aproximação de Deus no Espírito.È impossível adorar a Deus em espírito e em verdade sem estar vestido com as vestes de santidade.Do mesmo modo, é impossível adorar a Deus sem estar em unidade e em comunhão com ele na sua presença, pois está escrito... sereis santos porque eu sou santo.

A adoração no louvor e na adoração

Segundo a Bíblia, o povo de Deus, no Antigo Testamento, dançava em suas festas numa atitude de celebração e agradecimento diante do Senhor pelas graças alcançadas em inúmeras situações. Temos um bom exemplo em labão,que queria dar uma festa de despedida a Jacó com alegria,cânticos,tamboril,harpa e,quem sabe,até com danças (Gn31.27).Outro exemplo, em 1Samuel 18.6, diz que as mulheres saíram ao encontro do Rei Saul cantando e dançando, com instrumentos de música.Conforme esses e outros textos bíblicos, a celebração sempre esteve presente no cotidiano do povo hebreu.Temos em Miriã e Davi dois exemplos de profusão de jubilo e êxtase por intermédio da dança na presença de Deus. Então, a virgem se alegrará na dança e também os jovens e os velhos; tornarei o seu pranto em júbilo e os consolarei; transformarei em regozijo a sua tristeza.(Jr 31.13.) Louvamos a Deus com danças por causa da sua santidade, da criação e da redenção do ser humano.Nesse humano. Nesse sentido, o ato do louvor implica a mais intima comunhão com ele, de maneira que o louvor expressa e completa o desfrutamento de sua presença e relacionamento conosco numa celebração a ele e com ele. Desta maneira, instigada pela promessa de restauração do Tabernáculo de Davi. Percebo de louvor e adoração, ou seja, a dança não é e não deve ser apenas um complemento, nem uma apresentação ou um show, muito menos enfeite de cultos a Deus. Não considero aqui a dança conquistando ou reconquistando espaço. O espaço para a dança sempre existiu. Quando Deus fala que ele está restaurando o Tabernáculo de Davi, ele se refere á dança tomando o lugar que sempre lhe pertenceu. Penso que a dança faz parte, assim como o canto e a música, da celebração e da aclamação ao Senhor Jesus. Com o Espírito Santo, danças de júbilo, de guerra, de intercessão, de adoração de outras expressões que, de acordo com a vontade dele, ele mesmo direciona.

Cuidados: possíveis impedimentos na adoração ...

O diabo, vosso adversário , anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar. (1Pedro 5.8.) O inimigo de nossa alma vem corrompendo a visão de corpo humano e de dança na vida e no cotidiano do ser humano, mediante práticas que reiteram um estigma ancestral de sensualidade, carnalidade e vulgaridade, tornando-a incompatível com o louvor e a adoração a Cristo. A estratégia de Satanás, historicamente, continua a mesma, mas já está derrotada em nome de Jesus! O inimigo utiliza três abordagens de resistência milenares para nos confundir:

Carne...

Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis . (Gl 5.17.);

Mundo...

Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.(Jo 16.33.); Os demônios agem nas resistências espirituais que se formam na igreja contra o louvor, a adoração, a oração e toda e qualquer manifestação de amor ou de dedicação autêntica a Deus os demônios, por sua vez, agem nas brechas encontradas no corpo da igreja Deus. Precisamos estar vigilantes quanto aos ataques de Satanás, vigiando nossos pensamentos, sentimentos e ações.Perguntas como as que seguem devem se sempre levantadas.

- Será que Deus aceitou o meu louvor e a minha adoração?

- Havia a unção do Espírito de Deus sobre minha vida durante a ministração?

- Será que o espírito da sensualidade opera em minha vida enquanto eu ministro o louvor e adoração ao Senhor?

- Fui e ainda sou canal de benção na vida dos meus irmãos?

- Será que não há espírito de soberba e vaidade sobre a minha vida?

- Será que tenho dado bom testemunho na minha casa, na igreja e nos lugares por onde tenho andado?

- Será que tenho andado na santidade?

- Senhor Jesus, o que o Senhor espera de mim?

domingo, 29 de julho de 2007

Dança no louvor e na adoração

Cumpridas estas coisas, voltarei e reclamarei o tabernáculo de Davi, que está caído; e , levantando-o de suas ruínas, restaurá-lo-ei. (Atos 15:16) Nesses últimos dias, o Espírito Santo tem despertado a Igreja a um encontro total com Deus o que tem gerado em toda a terra um desejo profundo de experimentar uma intimidade com o Pai. São multidões em busca do resgate e os crentes, sendo restaurados, vivendo a nova vida em Jesus numa experiência de uma fé renovada e avivada dia a dia. Um dos instrumentos deste avivamento é exatamente o louvor e a adoração que expressa em músicas, cantos e danças a sede do coração do ser humano por mais de Deus e a alegria de estar na Sua presença. Do mesmo modo, creio que o coração de Deus nos é revelado em canções e gestos dançantes que nos envolvem com Seu amor cada vez que nos colocamos diante d'Ele em louvor e adoração. No contexto de restauração da intimidade e espontaneidade na presença de Deus nos deparamos com uma rua de mão dupla, em que o Pai deseja satisfazer todas as nossas necessidades na Sua presença, tanto quanto deseja nossas expressões de louvor e gratidão. A vinda do reino de Deus até a este mundo é assinalada pela restauração da alegria e do louvor da parte do Seu povo e de toda a Sua criação, louvor este que deve se originar numa alegria franca e na presença remidora do nosso Salvador. Assim, louvamos a Deus com danças por causa da Sua santidade, da criação e da redenção do ser humano. Nesse sentido, esse ato do louvor implica na mais íntima comunhão com Ele de maneira que a dança em adoração expressa e completa o desfrutamento de Sua Presença e relacionamento conosco numa celebração a Ele e com Ele. É por isso que o louvor e a adoração não são atos separados do corpo de uma pessoa, ainda que sua vontade, sua razão, sua mente, seu emocional possam se referir separados. Estas são expressões que designam o ser humano como um todo. Não somos incumbidos de amar a Deus por partes específicas de nossa personalidade, mas com todo o nosso ser. Assim o louvor e a adoração nas suas várias manifestações, inclusive a dança, traz um senso de dignidade muito grande, pois a natureza real do Trono do Altíssimo começa a fluir direto para o âmago de nossas vidas, proporcionando um gozo intenso diante da grandeza de Deus. Para tanto é necessária uma entrega total e irrestrita na comunhão com o Pai a partir da atitude humilde na adoração sincera, espiritualmente viva e fisicamente expressa. Assim, o adorador com danças deve se despir de toda vontade própria para morrer em Cristo e ressuscitar com Ele para uma nova vida, para serví-Lo em espírito e sacrifícios agradáveis a Ele: Sacrifícios agradáveis a Deus, são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito não desprezaras ó Deus. (Salmo 51:17) Davi, como rei que era, se despiu de todo o orgulho e ainda ensinou a Israel a adorar em todos os níveis - com novos cânticos, novos instrumentos, com danças e novas expressões de louvor. Sua humildade de coração provocou uma resposta imediata do Espírito Santo de Deus através da alegria e do júbilo que invadiu todo o Israel. Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor; e estava cingido duma estola sacerdotal de linho. Assim, Davi com todo Israel, fez subir a arca do Senhor, com júbilo, e ao som de trombetas. (II Samuel 6:14-15.) Dessa maneira, a celebração da grandeza de Deus na Sua infinita misericórdia e bondade, a manifestação do Seu poder ou o testemunho da Sua fidelidade podem inspirar um louvor e uma adoração expressiva através da dança na Sua presença. No entanto, estas manifestações só podem ser realizadas verdadeiramente por um adorador liberto e sensível ao poder de Deus. Mas se prepare, as Micals (II Samuel 6: 20-23), as pessoas que podem querer ridicularizá-lo ou desprezá-lo pela sua postura de adoração, ainda existem. Um verdadeiro adorador em dança possui um amor integral que envolve toda a sua existência, que requer entendimento, dedicação, esforço e que envolve desde sentimentos íntimos até atividades corporais particulares para desenvolver sua capacidade, seu talento e atitudes expressas em atos de amor e gratidão a Deus. (Lc 10:27.) A dança no louvor e na adoração não é uma prática corporal por ela mesma, muito menos uma exibição artística como complemento ou um enfeite na liturgia. A dança, neste contexto, é parte integrante do louvor como um todo. Nela a essência de total entrega do adorador se manifesta por uma espontaneidade responsiva trazendo toda a congregação para momentos de júbilo, edificação, libertação e restauração na presença de Deus. Dessa maneira, instigada pela promessa de restauração do Tabernáculo de Davi percebo a dança como parte integrante de todo o processo de louvor e adoração. Não considero aqui, a dança conquistando o seu espaço, penso que esta faz parte, assim como o canto e a música, da celebração e da aclamação ao Senhor Jesus. Aleluia! Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento, obra do seu poder [...] Louvai-o com adufes e com danças [...] Todo ser que respira louve ao Senhor. Aleluia! (Salmo 150:1,4 e 6).